Os Chineses têm uma cultura muito própria e muito diferente da ocidental. Nunca estive na China. Tenho curiosidade mas não é o local onde mais queira ir. Apesar disso, a cultura chinesa tem sapiência. Têm uma grande influência budista vinda da Índia. É difícil saber qual a percentagem certa de pessoas que têm a religião budista, mas a maioria das pesquisas concorda que as religiões tradicionais - budismo, confucionismo, taoísmo e a religião tradicional chinesa – são as religiões dominantes na China. É difícil contabilizar a diferença entre estas religiões pois têm princípios muito semelhantes, mas de acordo com várias fontes, o budismo na China possui entre 660 milhões (~50%) a 1 bilhão de membros (~80%).
O budismo é uma religião e filosofia não-teísta, abrangendo uma variedade de tradições, crenças e práticas, baseadas nos ensinamentos atribuídos a Siddhartha Gautama, mais conhecido como Buda ("O Iluminado"). Buda viveu e desenvolveu os seus ensinamentos no nordeste da Índia, entre os séculos IV e VI a. C..
Ele é reconhecido pelos adeptos como um mestre iluminado que compartilhou as suas ideias para ajudar os seres sencientes a alcançar o fim do sofrimento, alcançando o Nirvana e escapando do que é visto como um ciclo de sofrimento do renascimento.
Nos primeiros ensinamentos budistas, de certa forma, compartilhado por todas as escolas existentes, o conceito de libertação (nirvana) está intimamente ligado com a correcta compreensão de como a mente lida com o stress.
Os Chines, na sua linguagem tradicional, escrevem a palavra crise como sendo a junção das palavras: perigo e oportunidade: 危機.
Tem muita sabedoria esta ligação de palavras, esta definição da crise! Será que tem a ver com a sabedoria da religião?! A mim parece-me que sim…
Olhar os perigos mas agarrar e procurar mais que nunca as oportunidades!
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